nome câncer é sinônimo de neoplasia maligna e reúne um conjunto de mais de 100 doenças cuja fisiopatologia reside no crescimento desordenado de células. Tais células invadem tecidos e órgãos e levam a diversas possibilidades de sintomatologia e até a óbito.
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Doenças e agravos não transmissíveis
É interessante observar que o câncer está incluído no grupo de patologias denominadas Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANT), e levando-se em consideração dados globais, as DANT têm sido responsáveis por cerca de 36 milhões de óbitos pelo mundo na atual década. Das causas não transmissíveis, acredita-se que 63% dos óbitos sejam relacionadas a doenças cardiovasculares, e 21% devido a câncer.
Como a doença neoplásica maligna depende de vários fatores, como genéticos e ambientais, espera-se que a distribuição da doença tenha determinadas peculiaridades de acordo com a constituição genética e a área geográfica ocupada por determinada população.
Maior incidência em território nacional
O Brasil é um país de dimensões continentais, e na constituição de sua população, há características antropológicas diversas que variam de região a região. Porém, existem dados consistentes compilados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), sobre os tipos de câncer com maior incidência em território nacional, assim como dados sobre a distribuição de determinados tipos de câncer em cada região.
De acordo com dados do INCA, estima-se, para o biênio 2018-2019 no Brasil, a ocorrência de 600.000 casos novos de câncer. Tanto no sexo masculino quanto feminino, o câncer de pele não melanoma é o que leva a mais casos novos por ano (170.000).
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Homens e mulheres
Nos homens, os tipos de câncer mais incidentes no Brasil são próstata (31,7%), pulmão (8,7%), intestino (8,1%), estômago (6,3%) e cavidade oral (5,2%). Nas mulheres, são mama (29,5%), intestino (9,4%), colo de útero (8,1%), pulmão (6,2%) e tireoide (4,0%), não considerando neste ranking o câncer de pele não melanoma.
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Com relação às regiões geográficas nacionais, observa-se, também segundo dados disponibilizados pelo INCA, que as regiões Sul e Sudeste concentram 70% dos casos novos, sendo que quase metade dessa incidência encontra-se na região Sudeste.














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