ecidir qual Residência fazer é um processo diferenciado para cada médico. Alguns fazem a escolha no começo do curso e seguem com o planejado, outros fazem diversas escolhas ao longo do curso até, de fato, decidirem.
Independentemente de qual é o seu perfil, é importante sempre ficar ligado nas novidades da Medicina. Certas mudanças podem ter grande impacto na sua decisão, e uma dessas mudanças é a criação de uma nova Residência: a de Cirurgia Bariátrica.
É necessária uma Residência apenas para esse tipo de cirurgia?
A Cirurgia Bariátrica, em dados de 2018, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, cresceu quase 47% entre os anos de 2012 e 2017.
Em números reais, são 72 mil procedimentos, em 2012, comparados a 105 mil cirurgias, em 2017. Quando se considera apenas o SUS, o percentual dispara. Entre 2008 e 2017, o número de cirurgias bariátricas subiu 215%, com crescimento anual médio de 13,5%.
Esses números mostram que tal tipo de cirurgia é cada vez mais comum no sistema de saúde brasileiro e, também levando isso em conta, o MEC (Ministério da Educação) autorizou a implantação de programas de Residência Médica em Cirurgia Bariátrica no país.
O plano do MEC e da CNRM (Comissão Nacional de Residência Médica) é que, em médio e longo prazo, o Brasil tenha mais profissionais largamente capacitados a oferecer o procedimento – o que poderia, inclusive, reduzir a longa espera pela cirurgia em hospitais públicos e, também, reduzir os custos do tratamento.
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