Hey pessoal, tudo certo aí?
Vocês viram que a alopecia veio à tona esse mês, em função da atriz Déborah Secco ter relatado nas mídias de ter a doença, assim como toda a família dela? Essa condição é mais comum do que se pensa e afeta tanto homens quanto mulheres em diferentes idades, gerando impactos significativos na qualidade de vida dos pacientes.
A alopecia androgenética, conhecida também como calvície de padrão masculino ou feminino, é uma doença comum que afeta a saúde dos cabelos. É caracterizada pela perda progressiva e permanente de cabelo, principalmente no couro cabeludo, devido a fatores genéticos e hormonais. Então, bora saber sobre esse assunto que está super em alta e é um prato cheio para questões de provas.
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Alopecia Androgenética
A alopecia androgenética afeta tanto homens quanto mulheres, embora a apresentação possa variar entre os sexos. Nos homens, a calvície de padrão masculino geralmente se manifesta com a perda de cabelo nas entradas, formando as conhecidas "entradas de calvície". Com o tempo, a perda de cabelo pode progredir para a região frontal e o topo da cabeça, resultando em um padrão de "coroa" ou "M" invertido. Em casos avançados, apenas uma faixa de cabelo ao redor das laterais e na parte de trás da cabeça pode permanecer.
Nas mulheres, a alopecia androgenética pode se manifestar de maneira diferente. Em vez de perda de cabelo total ou calvície nas entradas, as mulheres tendem a experimentar um afinamento difuso dos fios em todo o couro cabeludo, como foi o caso da atriz Déborah Secco. A linha do cabelo geralmente permanece intacta, mas a densidade capilar diminui ao longo do tempo, o famoso “pouco cabelo e fininho”.
Causas da Alopecia Androgenética
A sensibilidade genética aos hormônios sexuais é a principal causa da alopecia androgenética, especialmente à diidrotestosterona (DHT), um subproduto da testosterona. Em indivíduos predispostos geneticamente, os folículos capilares na região do couro cabeludo possuem receptores de andrógenos mais sensíveis à DHT. E esse hormônio encurta a fase de crescimento do cabelo (anágena) e prolonga a fase de repouso (telógena). Isso resulta em um afinamento progressivo dos fios de cabelo, bem como em um encurtamento do comprimento e do ciclo de vida dos cabelos.
Com o tempo, os folículos capilares diminuem, produzindo fios cada vez mais finos e curtos, até que eventualmente não consigam mais produzir cabelos visíveis. Mais especificamente, a enzima 5-alfa-redutase converte a testosterona em DHT nos folículos capilares. A DHT, por sua vez, liga-se aos receptores de andrógenos nos folículos capilares, promovendo uma resposta inflamatória local e afetando negativamente o ciclo de crescimento do cabelo.
Além da sensibilidade genética à DHT, outros fatores podem influenciar a fisiopatologia da alopecia androgenética. Desequilíbrios hormonais, como alterações na proporção de hormônios sexuais, podem contribuir para a progressão da doença. Também há estudos em que foi observado que níveis aumentados de fatores de crescimento, o fator de crescimento insulina-símile (IGF-1) e o fator de crescimento de fibroblastos (FGF-7), estão associados ao afinamento dos fios capilares na alopecia androgenética.














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